Quando falamos em Segurança Cibernética no setor público, a primeira imagem que vem à mente são firewalls complexos e softwares de antivírus caros. Porém, existe uma vulnerabilidade física que muitas vezes passa despercebida: o computador antigo em cima da mesa. 

Manter workstations obsoletas (com mais de 5 anos de uso) não é apenas uma questão de "lentidão". É um convite para ataques de ransomware e vazamento de dados sensíveis. 

Neste artigo, explicamos por que renovar o parque tecnológico é a forma mais barata de garantir a tranquilidade da sua gestão. 

O perigo do "Sistema Operacional Defasado"  

O principal risco de uma máquina obsoleta é a incapacidade de rodar sistemas operacionais modernos. Computadores antigos muitas vezes estão presos ao Windows 7 ou versões desatualizadas do Windows 10, que não recebem mais patches de segurança da Microsoft. 

Sem essas atualizações, uma brecha descoberta hoje por hackers continuará aberta para sempre na sua rede. É como ter uma porta blindada na entrada do prédio, mas deixar as janelas do térreo abertas. 

A barreira do TPM 2.0 e Windows 11  

A nova diretriz de segurança global exige o uso do Windows 11 Pro, que por sua vez exige um chip de segurança chamado TPM 2.0 (Trusted Platform Module). 

  • O que ele faz: Criptografa as senhas e dados no nível do hardware. 
  • O problema: Workstations antigas não possuem esse chip. 

Ou seja: se o seu órgão ainda opera com máquinas de 2018 para trás, é provável que você não consiga instalar as camadas de proteção mais básicas exigidas pela LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). 

Lentidão gera comportamento de risco  

Segurança cibernética também é sobre comportamento humano. Um computador lento frustra o servidor público. Para "pular" travamentos, o usuário começa a usar pendrives pessoais, envia arquivos oficiais para o e-mail pessoal (Gmail/Hotmail) para trabalhar de casa ou desativa o antivírus para "ganhar memória". Ao entregar uma workstation moderna (como os Lenovo ThinkCentre ou Desktops HP disponíveis em Ata), você elimina o gargalo e incentiva as boas práticas de segurança. 

Como resolver sem licitação demorada?  

Você não precisa esperar um ataque acontecer para agir. Através do Sistema de Registro de Preços (SRP), é possível aderir a Atas vigentes que já contemplam computadores com TPM 2.0, SSD e Windows 11 Pro nativo. 

O custo de um ataque cibernético (e o dano à reputação do órgão) é infinitamente maior do que o investimento em hardware novo. Garanta a tranquilidade da sua equipe de TI trocando o obsoleto pelo seguro. 

COTAR WORKSTATIONS SEGURAS